NA MÍDIA

Veja São Paulo: Alexandre na Global Pet Expo

por Equipe de Comunicação
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A Global Pet Expo, na Flórida, é uma das maiores feiras voltadas aos negócios de animais de estimação do mundo. O Brasil é considerado o terceiro principal mercado pet do mundo, ficando atrás somente dos Estados Unidos e do Reino Unido.

Esta é a sexta vez que participo do evento, que ocorreu há cerca de um mês. Sempre aprendo muito! Meu foco é trocar ideias e, depois, levar ao conhecimento dos brasileiros as novidades e tendências, especialmente de tudo aquilo que possa ser interessante e bacana para nossos pets.

Preocupação com o que eles comem

A alimentação das mascotes sempre ganha destaque e muitas tendências estão justamente relacionadas a este quesito. Percebo claramente a discussão sobre o uso de ração seca, transgênicos, orgânicos, alimentação natural crua, desidratada, etc.

Notei que a onda do “muito natural” perdeu um pouco a força. Dois anos atrás, alguns expositores ofereciam produtos como ratos e pintinhos congelados para serem oferecidos aos animais como uma forma de retorno às origens, aos comportamentos naturais de animais predadores, mas… os tutores não gostaram!

Achei interessantes petiscos feitos à base de proteína de grilo. Em vários momentos, notei a preocupação com o meio ambiente e criar grilos consome menos recursos naturais como água e alimentos. Por isso, esse tipo de produto tem grande apelo diante de um público cada vez mais antenado com questões ambientais.

E também preocupação com limpeza

Com os cães e gatos cada vez mais próximos das famílias, produtos que inovam na questão de facilitar a limpeza também são uma tendência. Para facilitar a vida daquele tutor ocupado, mas que não abre mão da limpeza, vi caixas de areia para gatos e tapetes higiênicos para cães que são autolimpantes.

Uso medicinal da maconha também para os pets

O que achei muito interessante e curioso foi a quantidade de produtos tendo a maconha como componente principal. Antigamente, era possível encontrar um ou outro expositor, mas esse ano, encontrei mais de trinta!

A maioria dos produtos oferecidos tem como princípio ativo o canabidiol (CBD), com suas propriedades terapêuticas, e não o tetradidrocanabinol (THC), que contém princípios psicoativos e neurotóxicos.

Os artigos são vendidos em vários formatos como pastas, petiscos, pílulas ou cremes com a finalidade de aliviar dores, auxiliar na cicatrização, acalmar, atuar como anti-inflamatório, controlar epilepsia, etc. Alguns efeitos benéficos já são comprovados cientificamente e outros ainda estão sendo estudados.

Brinquedos que estimulam comportamentos naturais

Conheci os primeiros robôs que simulam presas para que gatos possam perseguir e capturar, dando vazão, assim, ao seu instinto natural de caçador.

Essa é uma tendência que tem por objetivo trazer mais atividades que estimulem os instintos naturais dos animais. Mas, oferecer um rato vivo para um gato poder caçar e predar é considerado cruel e, portanto, na minha opinião, esses robôs serão cada vez mais comuns como brinquedos interativos para os animais de estimação.

Cheguei a ver um ratinho robô que foge do felino, desvia, treme e fica desesperado quando é finalmente capturado, se vira ao contrário e desvira sozinho e até desvia de obstáculos. Um estímulo e tanto para um gato ter mais atividades dentro de nossas casas!

Mais uma vez, foi muito interessante e estimulante ver as tendências mundiais no mercado pet e constatar que a preocupação com o bem-estar físico e emocional dos pets tem se tornado cada vez mais prioridade entre os que desenvolvem produtos e serviços para eles.

Alexandre Rossi é zootecnista, especialista em comportamento animal e sócio-fundador da Cão Cidadão.

Fonte: Veja SP - Blog Bichos

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