PROBLEMAS COMUNS

DEZ PASSOS PARA MINIMIZAR A HIPERATIVIDADE DO PET

por Alexandre Rossi
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Hoje é muito comum nos depararmos com um cãozinho hiperativo. Parece que a “pilha” deles nunca acaba, não é mesmo? Como lidar com essa característica que, se não for bem cuidada, pode vir a ser um grande problema para a família?

Nem sempre a hiperatividade é algo que os pets tenham adquirido. Muitas vezes, é algo que vem do DNA. Isso mesmo, tem grandes chances desse problemas ser genético. No geral, cães hiperativos apresentam: lambeduras em excesso, destruição de objetos, girar o tempo todo, tentar pegar o próprio rabo e latir sem parar.
Não há fórmulas mágicas. Mas existe uma boa saída: paciência e os treinamentos adequados.

1º passo – conheça o seu animal. Saiba identificar o que o deixa mais ansioso para poder planejar os próximos passos.
2º passo – Leve-o ao veterinário para verificar se a agitação não provém de algum problema de saúde.
3º passo – cães hiperativos necessitam de mais atividades físicas e mentais. Isso quer dizer que você deverá proporcionar ao seu animal momentos de muito gasto de energia e brincadeiras interativas com você.
4º passo – comece a ensinar alguns comandos básicos, como: senta, deita, fica. Além de ser uma boa distração para o pet, isso ajudará ele a entender melhor o que você quer e auxiliar nessa ansiedade e hiperatividade.
5º passo – evite piorar esses comportamentos dele, fazendo grandes festas quando chega em casa, ou dando um adeus muito manhoso. Por mais vontade que temos de demonstrar que nos preocupamos com o bichinho, atitudes como essa pioram a ansiedade e hiperatividade do animal.
6º passo – Leve-o todos os dias passear (se possível, mais de uma vez ao dia). Esse passatempo o fará gastar muita energia e ficar mais tranquilo.
7º passo – Creches caninas são ótimas opções para quem trabalha o dia inteiro.
8º passo – Enriqueça o ambiente. Disponibilize diferentes tipos de entretenimento para o animal dentro de casa também.
9º passo – A cada bom comportamento dele, recompense-o com petiscos, carinhos e brincadeiras.
10º passo – Conte com a ajuda de um adestrador profissional. Essa atividade é muito enriquecedora para o animal, além das orientações para os donos, sobre questões fisiológicas e características biológicas do bichinho.

Toda forma de educar o pet o ajudará com problemas comportamentais de diversos tipos. Os treinos e a interação com o dono ou com o adestrador, fará ele ter mais concentração, entendimento do que esperam dele e autonomia para viver mais feliz e seguro de que é muito amado pela família.

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